“Aurora”, do franco-brasileiro João Vieira Torres, é uma coprodução luso-francesa com a Primeira Idade. Este filme documental surge na sequência de um sonho do realizador que o levava à procura dos filhos que a sua avó Aurora, parteira, ajudou a nascer. Ao longo desses encontros com os vivos e mortos descobre destinos trágicos marcados pela violência contra mulheres.
Nesta competição do festival suíço, destaca-se também “Nuit obscure – ‘Ain’t I a Child?’, do francês Sylvain George, coproduzido entre a Suíça e Portugal, pela Kintop. Esta obra é o capítulo final de uma trilogia sobre políticas de migração que o realizador fez, acompanhando três jovens de Marrocos em Paris.
Este filme surge depois de “Nuit obscure – ‘Feuillets sauvages’” (2022) e “Nuit obscure – ‘Au revoir ici, n’importe où’” (2023).
No Visions du Réel estarão também presentes, em estreia suíça, os filmes “Tardes de solidão”, um retrato […]